
Marta perde em São Paulo
domingo, 2 de novembro de 2008
A Marta perdeu em São Paulo. Ensaiou fazer "revelação bombástica" sobre seu oponente mas ficou em cima do muro, nem foi clara para produzir efeito nem chegou a desdizer o que já tinham insinuado sobre ele. De qualquer forma a estratégia (melhor dizendo, puxão no tapete) não funcionou. Melhor assim, acho que não seria nada confortável para ela ganhar dessa maneira.


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Meu voto é 13
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Morei em Diadema de 74 a 85 e fui bancária no auge das greves, quando se emendavam as greves de bancários, motoristas de ônibus e metalúrgicos. Dessa forma vi o Lula nascer politicamente desde a presidência do sindicato dos bancários de São Bernardo e Diadema até tornar-se um ícone da política nacional, no recém-criado Partido dos Trabalhadores.
A proposta do partido cativou-me desde sua criação e veio de encontro aos meus anseios de cidadã e minha ideologia. Foi fácil engajar-me no PT porque tudo o que pregavam era exatamente como eu achava que deveria ser.
O discurso político do PT sempre me agradou, as propostas e planos de governo de seus políticos e sua filosofia socialista. Para mim a política moderna deveria caminhar em direção ao socialismo e isso era pregado pelo PT.
Nunca foi muito difícil escolher meu candidato porque minhas opções se restringiam aos limites do partido. Desde que o PT foi criado escolho sempre candidatos desse partido. Claro que faço uma "triagem", procuro conhecer o que cada pessoa fez antes de candidatar-se e saber um pouco de sua atuação dentro do partido.
O fato de o Lula ter alcançado o cargo de presidente da república colocou o PT em evidência, e se no início o partido era visto como um movimento que não iria longe e alguns até torciam o nariz quando se mencionava sua sigla, depois da eleição de Lula passou a ser o alvo de muitos, que acabaram filiando-se ao partido apenas como uma forma de estarem mais próximos do poder e de aumentarem suas chances de também "chegar lá", sem que tivessem nenhum compromisso com os ideais primordiais do partido e mesmo sem concordar com sua ideologia político-partidária.
O resultado foi o que se viu alardeado na imprensa. Mas se por acaso escolho um candidato que depois demonstra que está no partido apenas por acaso ou por motivos outros que nada têm a ver com as autênticas razões pelas quais alguém se filia a esse ou aquele partido, a mim isso não abala nem um pouco, afinal o erro não foi meu, e sim dele, por ocupar um lugar que não lhe pertence de fato ou de direito.
Antes de encantar-me com o recém-nascido PT era muito mais difícil, até o Maluf rondou minhas intenções de voto, porque na época meu marido era um "fã" malufista e gabava o tempo todo sua excepcional capacidade mnemônica. Mas depois percebi - a tempo - que admirar alguns aspectos de uma pessoa não a coloca de forma alguma em posição de receber meu voto. Que o Maluf tenha uma inteligência (e uma esperteza) acima do comum não nego, isso é fato. Vá lá até que eu admire sua memória, mas param por aí minhas admirações.
Que ele seja um excelente administrador pode até ser verdade, mas para os bens dele. Que entenda também de fazer pontes e viadutos também é um problema dele, não voto em ninguém apenas por isso, mesmo porque não como pontes e viadutos e não trabalho na área. Em minha modesta opinião governar é muito mais que apenas fazer pontes, viadutos, hospitais ou o que seja. É necessário capacitar pessoas para trabalhar nesses locais, digamos que o buraco é bem mais embaixo e os prédios são apenas uma pequena parte do que eu entendo que seja o ato de governar. E ademais preciso admirar também as qualidades morais de alguém para nele depositar a confiança do meu voto, e com certeza nesse "quesito" o Maluf para mim fica definitivamente descartado.
Dessa forma nunca me debato na dúvida cruel do voto consciente, para mim ele é fácil e rápido, basta escolher dentro do partido e votar PT de ponta a ponta.

A proposta do partido cativou-me desde sua criação e veio de encontro aos meus anseios de cidadã e minha ideologia. Foi fácil engajar-me no PT porque tudo o que pregavam era exatamente como eu achava que deveria ser.
O discurso político do PT sempre me agradou, as propostas e planos de governo de seus políticos e sua filosofia socialista. Para mim a política moderna deveria caminhar em direção ao socialismo e isso era pregado pelo PT.
Nunca foi muito difícil escolher meu candidato porque minhas opções se restringiam aos limites do partido. Desde que o PT foi criado escolho sempre candidatos desse partido. Claro que faço uma "triagem", procuro conhecer o que cada pessoa fez antes de candidatar-se e saber um pouco de sua atuação dentro do partido.
O fato de o Lula ter alcançado o cargo de presidente da república colocou o PT em evidência, e se no início o partido era visto como um movimento que não iria longe e alguns até torciam o nariz quando se mencionava sua sigla, depois da eleição de Lula passou a ser o alvo de muitos, que acabaram filiando-se ao partido apenas como uma forma de estarem mais próximos do poder e de aumentarem suas chances de também "chegar lá", sem que tivessem nenhum compromisso com os ideais primordiais do partido e mesmo sem concordar com sua ideologia político-partidária.
O resultado foi o que se viu alardeado na imprensa. Mas se por acaso escolho um candidato que depois demonstra que está no partido apenas por acaso ou por motivos outros que nada têm a ver com as autênticas razões pelas quais alguém se filia a esse ou aquele partido, a mim isso não abala nem um pouco, afinal o erro não foi meu, e sim dele, por ocupar um lugar que não lhe pertence de fato ou de direito.
Antes de encantar-me com o recém-nascido PT era muito mais difícil, até o Maluf rondou minhas intenções de voto, porque na época meu marido era um "fã" malufista e gabava o tempo todo sua excepcional capacidade mnemônica. Mas depois percebi - a tempo - que admirar alguns aspectos de uma pessoa não a coloca de forma alguma em posição de receber meu voto. Que o Maluf tenha uma inteligência (e uma esperteza) acima do comum não nego, isso é fato. Vá lá até que eu admire sua memória, mas param por aí minhas admirações.
Que ele seja um excelente administrador pode até ser verdade, mas para os bens dele. Que entenda também de fazer pontes e viadutos também é um problema dele, não voto em ninguém apenas por isso, mesmo porque não como pontes e viadutos e não trabalho na área. Em minha modesta opinião governar é muito mais que apenas fazer pontes, viadutos, hospitais ou o que seja. É necessário capacitar pessoas para trabalhar nesses locais, digamos que o buraco é bem mais embaixo e os prédios são apenas uma pequena parte do que eu entendo que seja o ato de governar. E ademais preciso admirar também as qualidades morais de alguém para nele depositar a confiança do meu voto, e com certeza nesse "quesito" o Maluf para mim fica definitivamente descartado.
Dessa forma nunca me debato na dúvida cruel do voto consciente, para mim ele é fácil e rápido, basta escolher dentro do partido e votar PT de ponta a ponta.

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Mudanças no Blog
domingo, 31 de agosto de 2008
Mudei o desenho e as configurações e acho que agora ficou melhor, mais bonito e funcional. Afinal as mudanças são sempre bem-vindas.
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Diário do Ócio
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Apesar do nome não escrevo lá todo dia, mesmo porque o tempo (ou falta de) não permite. Mas tento... De tudo um pouco, mais ou menos como esse aqui, mas aqui ainda aproveito um pouco das idéias alheias, no Diário do Ócio é tudo meu mesmo, tudo saído dessa cabeça de bagre aqui...
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Brasil nas Olimpíadas
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Vendo o desempenho do Brasil nas Olimpíadas só tenho mesmo que lamentar por estarmos em um país tão grande, com tanta gente com potencial para se distinguir nos esportes e sem absolutamente nenhum estímulo ou apoio para desenvolverem seus talentos naturais.
Outros países com muito menos dão exemplo de como incentivar seus esportistas, e o resultado está aí para quem quiser ver, nem adianta falar mais nada...
BEIJING, BEIJING... PAU, PAU.
Outros países com muito menos dão exemplo de como incentivar seus esportistas, e o resultado está aí para quem quiser ver, nem adianta falar mais nada...
BEIJING, BEIJING... PAU, PAU.
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